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Data Center do Santander

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Com investimentos de R$ 1,1 bilhão, o banco Santander inaugurou em junho de 2014 no Brasil, o seu mais moderno data center

 

 

O empreendimento é o primeiro da América Latina a receber a certificação Tier 4 do Uptime Institute e passa a integrar a rede global de TI da instituição espanhola, que atualmente é suportada por quatro centros de processamento de dados: dois na Espanha, um no México e outro no Reino Unido.

A obra foi inaugurada pelo presidente do Santander Brasil, Jesús Zabalza, na presença do governador de São Paulo Geraldo Alckmin, do prefeito de Campinas, Jonas Donizette, e outras autoridades no dia 14 de junho de 2014..

É desse local que o Santander processa todas as transações financeiras dos 30 milhões de clientes da no País.

A escolha por Campinas, segundo Zabalza, foi motivada pela estrutura logística e a proximidade com a base de negócios em São Paulo, além da existência de técnicos especializados na cidade, que se configura como terceiro polo de pesquisas do Brasil com concentração 15% da investigação científica nacional. A disponibilidade de energia e comunicação, fácil acesso e topografia e segurança também determinaram sua localização.

 

 

O projeto

Instalado em um terreno de 800 metros quadrados, no Ciatec II (Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas), com 85 mil metros quadrados de área construída, o novo empreendimento é um amplo complexo de tecnologia. O local abriga dois data centers, localizados a uma distância de 500 metros, com espelhamento em tempo real. Em caso de incidente, o site backup entra no ar imediatamente.

A área conta ainda com um centro de comando com capacidade para monitorar agências do banco de qualquer lugar, onde está presente. Está projetado ainda a construção de um terceiro data center.   

Interligado por uma rede de fibra óptica de 128 mil metros e alimentado por uma subestação com potência de 50 mil kW, energia suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes, o novo centro de dados é considerado um dos mais modernos.

O projeto é baseado no modelo europeu Banker, cujas obras são semi aterradas para evitar ataques externos de aviões, bombas etc. Sua capacidade de armazenamento é superior a 5 petabytes em storage virtualizado e seu mainframe está preparado para realizar cerca de 210 milhões de transações por dia. De acordo com o CIO, Fernando Diaz, essa infraestrutura se apoia também no modelo de nuvem privada para dar maior agilidade e reduzir custos.

 

 

Com suas características, o data center recebeu o selo Tier 4, conquistado atualmente por apenas 12 data centros de dados ao redor do mundo, destaca José Paiva, vice-presidente sênior de meios do Santanter Brasil. Segundo ele, as instalações oferece redundância, segurança, eficiência energética e alta disponibilidade com processamento de 99,995%, o que significa parada máxima de 24 minutos no ano.

Toda essa sofisticação, conforme Paiva, poderá futuramente tornar o data center de Campinas em um centro de comando do Santander para toda América Latina. O site nasce dotado de recursos para monitorar todas as agências do grupo na região. 

A cidade de Campinas foi escolhida para abrigar o novo centro de dados por uma série de fatores, como proximidade da sede do Santander, em São Paulo; disponibilidade de energia e telecom e por ser o terceiro polo de pesquisa do País, responsável por 15% das patentes nacionais. A especialização de mão de obra também pesou na decisão. 

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